Central: Zagueiro, filho do técnico Júnior Baiano, fala sobre comparação com o pai, desafio de ser treinado pelo pai e se terá vantagem por ser filho do técnico

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O zagueiro Patrick, filho do técnico Júnior Baiano, falou a imprensa sobre sua chegada ao Central

Patrick, o que tem do seu pai em você, já que ambos são zagueiros?

“Então, acho que a bola aérea, defensivamente é bem parecido, e o principal é tecnicamente, acho que é o que mala parece com ele é o lado técnico, meu pai era bem técnico, apesar das pessoas não lembrarem mais das entradas, ser um zagueiro muito forte, com muita força, mas meu pai era um zagueiro muito técnico, acho que puxei mais esse lado dele, da qualidade, do lado técnico dele” disse Patrick.

Patrick, como você encara o desafio de ser treinado pelo próprio pai? Já aconteceu alguma vez?

“Nunca aconteceu isso comigo, na minha carreira, primeira vez que estou tendo essa oportunidade de trabalhar com ele e eu não esperava não, fiquei muito feliz quando soube que ele tinha acertado aqui no Central, fiquei muito feliz mesmo, por ter tido uma oportunidade de trabalho para ele, para ele dar sequência no trabalho dele e não imaginava que isso poderia acontecer, acabou vindo o convite para vir pra cá e graças a Deus deu tudo certo, agora é trabalhar para que possamos alcançar coisas grandes que é nosso acesso”, salientou o atleta.

Patrick, você conhecendo o futebol deve conviver com algumas “suposições” relacionadas a que você pode ter uma certa “vantagem” em relação aos outros atletas por conta do parentesco com o técnico do time. Como você pretende encarar essa situação no Central?

“Isso é normal, eu sempre lidei com isso, mesmo ele não sendo meu treinador, porque é a primeira vez que isto está acontecendo, fiz a base no Flamengo e sempre escutei isso, mas é mostrar o meu valor, mostrar do que sou capaz, no dia-a-dia procurar o meu espaço, mostrar que eu tenho condições, então é isso, não tem essa de ser filho, de ser parente, que vai jogar, que vai ter vantagem, não. Muito pelo contrário, vou ser muito mais cobrado e é isso, mostrar dentro de campo e conquistar o meu espaço”, afirmou o zagueiro.

No Central, Patrick chega para brigar por posição com Danilo Quipapá, Willames José, Renan Costa, Eduardo Favero e Mizael.

Foto: Arthur Rodrigues
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